O Carnaval que conhecemos hoje chegou ao Brasil em meados do século XVII, trazido pelos portugueses. A grande influência, porém, veio das festas carnavalescas que aconteciam na Europa, especialmente na França, onde o carnaval contava com desfiles de rua e bailes de salão, e os carnavalescos usavam máscaras e fantasias. Muitos personagens de origerm européia foram incorporados ao carnaval brasileiro, como o Rei momo, colombina e pierrô. No começo do século XX, o carnaval tornou-se cada vez mais popular no Brasil com o surgimento das marchinhas carnavalescas. A primeira escola de samba, criada em 1928, no Rio de Janeiro, chamava-se “Deixa Falar”, hoje em dia conhecida com “Estácio de Sá”. Com o surgimento de novas escolas, Rio de Janeiro e São Paulo, passaram a organizar o tradicional desfile de escolas de samba. Já a região nordeste, conservou as tradições originais do carnaval de rua.
Fonte: Especiais IG
O carnavalesco Joãozinho Trinta depois do desfile das escolas de samba na Sapucaí. Rio Janeiro, anos 80.
Desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro, 2 de março de 1973.
Desfile das escolas de samba com chuva. Rio de Janeiro, 6 de março de 1973.
Desfile da Escola de Samba Vai-Vai em São Paulo, 27 de fevereiro de 1974.
Desfile da Escola de Samba Vai-Vai em São Paulo, 23 de fevereiro de 1966.
Desfile da Escola de Samba Mocidade Independente de Padre Miguel na Avenida Presidente Antônio Carlos, em 1974.
Desfile da escola de samba Acadêmicos do Salgueiro, na Avenida Presidente Vargas. Rio de Janeiro, 15 de fevereiro de 1964.
Componentes da escola de samba Portela comemoram o carnaval nas ruas do Rio de Janeiro, 1 de março de 1970.
Carnaval de rua anima foliões com o bloco Diabo Esquisito. São Paulo, 15 de fevereiro de 1961.
Baile de Gala no carnaval do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, 16 de fevereiro de 1972.
Especial Iemanjá

A mãe que nutre, não que gera. A mãe que faz o homem consciente de si, não consciente de seus atos, pois eles são de inteira responsabilidade de quem os faz. A mãe que sustenta, ampara e dá força, não que caminha por ti. A mãe que ensina, não julga. A mãe que por amor abstém, sem no entanto perder. A mãe que se cala, mesmo sabendo as respostas daquilo que só a vivência do ser pode ensinar. A mãe que sente a dor e sofre pelas escolhas erradas dos filhos, sem contudo negar suas crias. A mãe que tem como sinônimo a compreensão, o compreender que compreende o todo, que compreende o tudo e todos.
A mãe que acolhe em seus braços todas as cores, todas as personalidades, todos que ama. A mãe que dá aquilo que nos faz alcançar o conhecimento de que a vida é eterna e sem limites como o mar, e que sem o sentimento do amor, não podemos atingir a nossa plenitude. Sua morada é o grande mar. Suas flores de preferência são as palmas e rosas, todas brancas. As flores talvez sejam a representação máxima deste Orixá-mãe. Quem não se sente bem indo ao mar... quem nunca colocou flores para Iemanjá no mar?
Aproveite esta oportunidade e neste dia oferte flores para quem sempre lhe ofertou seu colo de mãe. Harmonize-se com esta vibração. Quem não consegue se harmonizar com o azul, se embrutece e, certamente, não consegue se comunicar de forma satisfatória. Envolva-se e deixe que a marola do mar te envolva.
Em homenagem ao dia de Iemanjá, 02 de Fevereiro, postei 8 sambas mixados que falam da rainha do mar. Odoyá.
01. G.R.E.S. Portela_Das Maravilhas do Mar
02. Márcio Art_Conto de Areia
03. Clara Nunes_O Mar Serenou
04. Leci Brandão_O Destino do Pescador
05. Teresa Cristina e Grupo Semente_Acalanto
06. Almir Guineto_Mel na Boca
07. Martinho da Vila_Iemanjá Desperta
08. Moyséis Marques_Receita de Maria
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