Diogo Nogueira nas Rodas de Samba



Cantor Diogo Nogueira, que grava DVD no Vivo Rio, lista suas rodas de samba preferidas no Rio.

Samba do Trabalhador: "A roda do Moacyr Luz é bem legal. A comida servida lá também é ótima. Tem um angu à baiana... E as pessoas que frequentam são do mundo do samba, que vão lá tocar suas composições inéditas. Eu fui uma vez só para assistir e acabei participando da gravação de um DVD". Segundas, às 17h, no Clube Renascença. Rua Barão de São Francisco 54, Andaraí.

Carioca da Gema: "É sempre agradável e continua recebendo todo mundo do samba". De segunda a quinta e aos sábados, às 21h; sextas, às 20h30. Avenida Mem de Sá 79, Lapa.

Beco do Rato: "É um pagode em que os jovens compositores se reúnem para cantar seus sambas inéditos e coisas antigas, mas meio desconhecidas. Tipo o lado B dos discos de artistas como Nelson Cavaquinho e Roberto Ribeiro. Grandes músicas, mas que não chegaram a fazer tanto sucesso". Terças, às 20h, na Rua Joaquim Silva 11, Lapa.
Pedra do Sal: "Ainda não consegui ir, mas sei que tem sempre uma galera boa tocando". Segundas e quartas, às 18h. Rua Argemiro Bulcão 38, Gamboa.

Sacrilégio: "Foi onde comecei. Toquei lá durante três anos, antes de gravar meu primeiro CD, e é um lugar onde sempre surgem novos nomes e vai muita gente boa tocar". De terça a quinta, às 21h; sexta, às 20h30; e sábado, às 22h30. Avenida Mem de Sá 81, Lapa.
Pagode da Sopa do Júnior: "A roda comandada pelo Júnior, do Flamengo, é a melhor que tem na Barra". Quinzenalmente, às quintas-feiras, 22h, no Bom Sujeito. Estrada da Barra 18, Barrinha.

Comuna do Semente: "É onde os músicos da Lapa se encontram para cantar o que curtem. É sempre muito legal". Domingos, às 21h30. Rua Joaquim Silva 138, Lapa.

Democráticos: "É interessante porque faz o estilo gafieira. Sempre vou ao Anjos da Lua, que tem um repertório das antigas muito bom". Quinta a sábado, às 22h, na Rua do Riachuelo 91, Lapa.
Cacique de Ramos: "Um clássico que nunca pode ficar fora de uma lista de rodas de samba no Rio". Domingos, às 17h. Rua Uranos 1.326, em Olaria.

Fonte: O Globo Megazine

Entrevista com Paulo Izidoro



Veja entrevista com Paulo Izidoro, Sambista de Recife, sobre o Samba da Bahia.

Paulo Izidoro da Silva, Pernambucano da Cidade Garanhuns iniciou sua carreira artística no auditório da Radio Difusora de Garanhuns como calouro. Aos 13 anos de idade juntamente com alguns amigos, fundou o Grupo Só Samba tornando-se o eterno defensor da bandeira do Samba em Pernambuco. Pouco mais tarde cantou na TV Tupi da cidade de Recife como convidado especial. Trabalhou no Recife numa rede Hoteleira na profissão que o seu pai ensinou, “Encanador” com o incentivo do saudoso Luiz João Izidoro, foi a São Paulo trabalhar, onde participou de varias escolas de samba. Durante sua carreira já dividiu palco com grandes estrelas como: Paulinho da Viola, Martinho da Vila, Benito de Paula, Reginaldo Rossi, Jorge Bem Jô, Bezerra da Silva, e Dona Ivone Lara. Traz na sua bagagem um LP intitulado “Sexta Feira é Sexta Feira” gravado em 1990. No ano de 2000, lançou o CD o Samba Começa Assim e o seu mais recente trabalho intitulado “Tempero de Samba é Coco” que vem a mostrar toda versatilidade do nosso sambista que tem a participação do seu amigo Nelson Rufino.

CSB - Como você avalia o samba na Bahia?
Paulo Izidoro – o Samba da Bahia tem uma seleção de defensores, quando machuca o Samba, essa seleção mostra sua cara e faz sangrar na pele baiana um Samba da melhor qualidade, a exemplo de: Edy Pacheco, Valmir Lima, Hederaldo Gentil, Rock, mestre Nelson Rufino e outros.

CSB - Mas, o que se pode fazer para melhorar a relação da Bahia com o samba ?
Paulo Izidoro – A Bahia tem seus Bambas entra onda e sai onda, o verdadeiro Samba está sempre ai, salve o Samba de Roda do Recôncavo baiano, quando a bola cai nas mãos dos Bambas saia de perto.

CSB - Quando você percebeu que era cantor ?
Paulo Izidoro – Aos 13 anos de idade escutando um Samba de Coco na casa do Mestre Bernardino, acompanhado com caixa de fósforos, vealejo e marcado na palma da mão, comecei a cantar o coro, e daí não parei mais de cantar. Aqui no Recife é Samba e lá vai Samba companheiro, tem Samba o ano inteiro pra sambista vadia Todos os dias há roda de Samba na cidade, e nos finais de semana o Samba pega geral.

CSB- Você tem interesse em realizar shows em Salvador ?
Paulo Izidoro – Sim a Bahia faz parte da minha cultura. Cantar em Salvador é relembrar os bons Sambas do passado, que se faz presente no dia, dia de um bom sambista.

CSB - Como o você avalia a sua musicalidade ?
Paulo Izidoro - Meu samba corre na veia, está na minha mente, no meu coração, eu respiro Samba e transpiro Samba, acho que sou um Samba de qualidade.

Entrevista dada ao Portal Clube do Samba da Bahia.

Mesa de Samba Autoral em novo dia



Os amigos, parceiros, seguidores e apreciadores do trabalho da Mesa de Samba Autoral de Pernambuco, fiquem alertas, é que a partir do mês junho, a Roda de Samba realizada pela Mesa de Samba Autoral composta pelos compositores e intérpretes Paulo Perdigão, Selma do Samba, Rui Ribeiro e Tadeu Júnior, no Bar Teatro Mamulengo passam a acontecer agora aos sábados, a partir das 17hs.

Cacique de Ramos na Telona



O mais tradicional bloco de rua do Rio de Janeiro que completa 50 anos em janeiro de 2011, vai virar um longa dirigido por Eduardo Maruche, da GLP Marketing. Bira, presidente desde a fundação, e a missao espiritual do bloco serão destacados. Um grande registro pra quem aprendeu a amar o Cacique de Ramos desde de muito cedo, tomara que destaque também não só o começo do bloco mas o surgimento do pagode que acontecia todas as quartas-feiras, agora, com todo respeito que temos pelo Cacique de Ramos, seria uma boa também um longa contando a história do grande Candeia que como todos já conhecem, dispensa comentários.