[>] arlindo cruz no faustão


“Domingão do Faustão”, “A Grande Família”, “Casseta e Planeta, Urgente!” e mais programas da TV Globo viram tema de música para Arlindo.

[>] sambas para blocos


'Coisinha tão bonitinha do pai' é o verso de uma das várias músicas conhecidas feitas para o bloco 'Cacique de Ramos'. Dudu Nobre, João Nogueira e Arlindo Cruz já compuseram canções para o grupo.

[>] roberto ribeiro no clube do bolinha


O inesquecível sambista Roberto Ribeiro apresenta-se no programa do também saudoso e querido Bolinha na Tv Bandeirantes em 1993.

[>] jorginho do império e mano décio da viola


Jorginho do Império e seu pai Mano Décio da Viola interpretam "Tocar na Banda" composição de Adoniram Barbosa.

> samba pros poetas



Samba Pros Poetas
(Diogo Nogueira / Inácio Rios)

O povo clamando pro samba não morrer
Sambista de fato não deixa esmorecer
Bate no peito com raça e dignidade
O samba vem de angola
Mexe meu peito, a mais pura verdade

Dizem que o samba da gente já morreu
Isso é conversa fiada, o samba cresceu
E donga dizia pelo telefone
Que o samba é a alma do povo,
Raiz verdadeira, brasil é seu nome

Samba de monarco, de ratinho
De noel, de padeirinho e do silas de oliveira
Samba de katimba e da vila, dona ivone, jovelina
E também joão nogueira
Samba pros poetas de verdade
Do paulinho da viola e pro nélson cavaquinho
Olha que o candeia foi chegando
E o sem braço foi versando
Devagar, no miudinho


> download aqui
se gostarem, sugiro que adquira o álbum:
Diogo Nogueira - Ao Vivo (2007)

[>] pagode da tia doca


convidado: Reinaldo


convidado: Dudu Nobre


convidado: Arlindo Cruz

noite ilustrada

Mineiro de Pirapetinga e filho de Alexandrina de Souza Conceição (doméstica) e de Mário de Souza Marques (motorista da General Electric e professor de inglês), Mário de Souza Marques Filho (n. 10 de abril de 1928) mudou-se ainda criança para o Rio de Janeiro. Na então capital federal foi estudar no SAM (Serviço de Atendimento aos Menores) e, com oito anos de idade, no Instituto Profissional Getúlio Vargas, de onde saiu com 16 anos. Durante o recreio do colégio interno, cantava e tocava tantã em conjuntos vocais amadores inspirados nos Anjos do Inferno, Bando da Lua e Quatro Ases e um Curinga. Dividindo suas atenções entre o campo de futebol (lateral esquerdo do time do Comercial carioca) e as ondas radiofônicas daqueles anos 40 e 50, Mário Marques ganhava a vida trabalhando com móveis de vime na fábrica Casa Flor, em Vila Isabel. Como a maioria dos funcionários moravam na Mangueira, assistiu - escondido dos binóculos do pai batista, que não gostava dessas atividades - diversos ensaios e reuniões de samba no bairro Maracanã.

Violonista desde os 20 anos, o aspirante a futebolista conhecido por Mário da Viola ou Bom Crioulo definiria sua posição a partir de um convite do humorista e ator Zé Trindade (Milton da Silva Bittencourt, 1915-1990) para integrar o elenco de sua caravana durante uma excursão de um mês. Desejando aumentar o tempo dos espetáculos, Zé Trindade intimou Mário Marques a, além de acompanhar com seu violão os artistas da excursão, soltar o vozeirão. Mas na estréia, o comediante esqueceu seu nome, resolvendo o lapso de memória ao lembrar-se da revista de variedades A Noite Ilustrada da qual o debutante era leitor assíduo. Batizou-o com o nome da publicação.

Fã do repertório de Cyro Monteiro, Ataulfo Alves, Nelson Cavaquinho, Risadinha, Blecaute, Jorge Veiga e Moreira da Silva, e freqüentador do ponto dos músicos, na Praça Tiradentes, Noite Ilustrada apresentou-se com a G.R.E.S. da Portela, sua escola de samba, em São Paulo em 1955. Com a dificuldade em se firmar artisticamente no Rio de Janeiro, mudou-se para a capital paulista onde trabalhou como cantor e violonista em diversas boates.

Em 1957, durante uma apresentação noturna, foi convidado a integrar o elenco da Rádio Nacional paulista e gravar seu primeiro disco. No mesmo ano lançou pela Mocambo o 78 rotações com “Se eu soubesse sambar” (Jorge Costa) e "Quem faltava no samba”, de sua autoria. Em 1958 outro 78 rpm, com “Cara de boboca” (Jaime Silva e Edmundo Andrade) e “Castiguei” (Jorge Costa e Venâncio), seguido pelo primeiro LP (Cara de boboca, Mocambo).

Em 1962 assinou contrato com a multinacional Philips e logo no LP de estréia projetou-se nacionalmente através do samba “Volta por cima” (Paulo Vanzolini). Nesta companhia ainda gravou outros quatro discos e confeccionou sucessos como “Serra da Boa Esperança” (Lamartine Babo), “O neguinho e a senhorita” (Noel Rosa de Oliveira e Abelardo da Silva), “Idade de fazer bobagem” (Alcebíades Nogueira), “Depois do carnaval” (Jorge Costa e Paulo Roberto), “Pedra 90” (Dora Lopes e Linda Rodriuges) e as autorais “Surpresa”, “Andorinha”, “Tropeçando na idade”, “Pode voltar” e “Sozinho”.

Fora da Philips, gravou em 1967 pela O.P.P. Samba, chamando atenção da Continental que adquiriu os direitos do álbum e o contratou. Lançou em seguida um compacto simples com “Transplante de coração” (César Cava) e “Marina” (Synval Silva), esta uma das finalistas da I Bienal do Samba realizada em São Paulo pela TV Record (1968).

Na Continental lançou discos importantes como Revivendo o mestre Ataulfo (1969), Samba sem problemas (1970), Papo furado - Isaura Garcia e Noite Ilustrada (1970, com produção de Herminio Bello de Carvalho), Noite Ilustrada interpreta Marques Filho (1972) e Samba sem hora marcada (1974). Em 1971, excursionou por algumas cidades norte-americanas e faturou o carnaval de São Paulo com o samba autoral “Está chegando a hora”.

Sempre fiel às suas raízes sambísticas, Noite Ilustrada gravou em 1975 e 76 dois álbuns homônimos pela Tapecar e em 1977 um pela RCA Victor (Vale uma parada), interpretando diversas músicas de Chico Buarque como “Mulheres de Atenas” (com Augusto Boal), “Olhos nos olhos”, “Meu caro amigo” (com Francis Hime) e “Vai trabalhar vagabundo”, e Maysa (“Ouça” e “Meu mundo caiu”).

De volta à Continental, lançou Não me deixe só (1978) e Noite Ilustrada à vontade (1979). Nos anos seguintes, prefaciados pelos lançamentos O fino do samba (Cristal/WEA, 1981), com obras de Ary Barroso, Ismael Silva, Cartola, Candeia, Geraldo Pereira e outros, e A profecia (Memória/Fermata, 1982), transferiu-se para Recife, PE, onde gravou pela Polydisc cinco LPs com músicas inéditas e antigos sucessos. Em 1980, Paulo Viana Maciel lançou a biografia Noite Ilustrada, de Pirapetinga para o Brasil, pela Milesi Editora Ltda.

Com Cada vez melhor (1986), que revelou a autoral “Água bebida”, conquistou disco de platina (250 mil cópias vendidas) e selou o início de sua temporada discográfica de sucesso no Norte e Nordeste brasileiros. Um dos fundadores da Ordem dos Músicos, Noite Ilustrada retornou a São Paulo em 1994, firmando residência na interiorana Atibaia, a mesma cidade escolhida pelo Silvio Caldas (1908-1998). Convidado pelo produtor e diretor de programa de TV Fernando Faro, o cantor, compositor e violonista mineiro gravou em 2001, aos 73 anos, Perfil de um sambista (Trama). Com 13 regravações (“Pra machucar meu coração”, de Ary Barroso; “Meus 20 anos”, de Silvio Caldas; “Volta por cima”, de Paulo Vanzolini; e “Cadeira de bar”, de sua autoria) e uma inédita (faixa-título composta por Adauto Santos), o álbum em edição luxuosa buscou resgatar, com arranjos do baixista Sizão Machado e do trombonista Bocato, a sonoridade da orquestra do maestro Portinho, que acompanhou Noite Ilustrada em alguns de seus primeiros LPs.

Em 28 de julho de 2003, Mário de Souza Marques Filho, o Noite Ilustrada, morreu em Atibaia depois de lutar por sete anos contra um câncer no pulmão. Tinha 75 anos. Deixou gravados dois discos que saíram no mesmo ano pela gravadora Atração: Ao mestre com carinho – Noite Ilustrada canta Ataulfo Alves e Noite Ilustrada canta Lupicínio Rodrigues.

fonte: Ricardo Tacioli


Talves foi a ultima apresentação desse grande cantor Noite Ilustrada, ao qual deixou muitas saudades para todo o Brasil.

arabiando

Tecendo com tradição e muita originalidade a música popular brasileira, o Arabiando desponta no cenário musical de Pernambuco com uma nova proposta artística: pesquisar novas sonoridades e difundir o choro pernambucano em todo o país. A qualidade sonora do Arabiando deve-se primeiramente à formação musical dos seus integrantes onde todos, sem exceção, estudaram no Conservatório Pernambucano de Música. Outro aspecto deve-se à improvisação e aos arranjos bem elaborados que têm lugar de destaque na história deste grupo. Toda essa combinação resulta numa musicalidade apurada aliada a uma performance impecável de jovens músicos pernambucanos. Aliás, jovens com uma média de idade de 25 anos, executando com habilidade excepcional, choros que vivenciaram com a velha guarda.

fonte: Arabiando



Arabiando interpreta "Língua de Preto"

se cala a voz da mangueira...


O cantor, compositor e intérprete da Mangueira José Clementino Bispo dos Santos, o Jamelão, morreu por volta das 4 horas da madrugada deste sábado 14/06/2008, aos 95 anos.


O samba perde um ícone. Jamelão morre aos 95 anos por infecção generalizada. O cantor e compositor é velado na quadra da verde-e-rosa. O enterro está marcado para domingo, no Caju.

alguns momentos especiais de Jamelão


Jamelão e Romério


Jamelão junto com Chico Buaque

[>] samba da vela


Diogo Nogueira canta "Poder da Criação".


Integrantes do Samba da Vela fazem homenagem a Mangueira.


Valter Silva Banjo, Valter Silva do Projeto Samba de Todos os Tempos, apresenta seu samba na Comunidade Samba da Vela, Música "Não Vem Não" em parceria com Lia Pimenta.

[>] roda de samba na vila do samba


Roda de Samba com Edu Batata, Cacá Sorriso, Cebola, Alessandro Penezzi, Alê do Clarinete, Paula Sanches, Paulinho Timor, Dil Bandeco e Marcelo. Ocorrida dia 12/11/2006 contou com a ilustre presença de Oswaldinho da Cuíca.

samba de luxo

A banda Samba de Luxo foi formada em Março de 2007 por ex-integrantes de bandas já existentes do cenário local e com o reconhecimento do público recifense.Com o propósito de apresentar, em fiel interpretação, ao público cativo do samba as autorias dos grandes mestres sambistas, tais como: Cartola, Benito de Paulo, Ataulfo Alves, Adoniran Barbosa, Martinho da Vila, Almir Guineto, Zeca Pagodinho, entre outros. O Samba de Luxo é formado por nove exímios músicos do ramo. A Samba de luxo foi a banda que abriu todos os sábados de agosto à novembro de 2007 o evento SÓ O SAMBA SALVA e já tocou em lugares como: Vila do Samba, Toca da Joana, Sambão do Flor do Jucá, entre outros.


Samba de Luxo

samba de boteco



Formado no ano de 2000, o GRUPO SAMBA DE BOTECO vem desenvolvendo um trabalho de divulgação da autêntica Música Brasileira. O Quinteto composto por MARCELO LEITE (flauta transversa), LUIZ JOSÉ (Cavaquinho), ZÉ RENATO (Violão 7 cordas), ECINHO PONCE (Pandeiro) e CLÁUDIO MENDES-BABAL (surdo), mostram no seu repertório Choros, Maxixes, Sambas, Bossas e a nossa Música Regional.


vídeo com o Grupo Samba de Boteco

grupo terra

Há 14 anos no Alto José Bonifácio em Casa Amarela, bairro considerado como reduto do samba em Recife surgia, fruto do ideal de cinco sambistas, amadurecidos pela noite, um grupo cuja proposta exigiria: trabalho, coragem, dedicação e fé. Pois a partir desse instante hasteavam sua bandeira, a bandeira do samba, que haveria de tremular imponente seja qual fosse a circunstância. Um dos pontos de deveriam marcar a linha de trabalho do grupo era, além do entrosamento musical, que já é algo fundamental, as idéias deveriam verter à um único e comum ideal não havendo dono nem subalterno, mas o conjunto. Traçado o objetivo maior, que era um trabalho autoral, e pudesse falar não só de amor, mas uma poesia que resgatasse e focasse também o social dando voz aos assuntos referentes à problemática do mundo. Restava o batismo, um nome. E assim, o mundo mais uma vez foi lembrado. E em homenagem ao planeta que habitamos, o grupo recebe o nome de... TERRA. Ganhando mais tarde o subtítulo de GENUINAMENTE SAMBA.


O Samba Também é Nosso

jorginho china

Lançando, seu primeiro CD solo “NÃO SOU DE CAÔ”, Jorginho Chinna, tem em seu repertório, composições suas e de várias Personalidades do Samba. Sambista educado, que chega devagar e, quando percebemos já estamos envolvidos com seu carisma, seu repertório, seu canto, enfim, sua ginga. Sua estrada começou nos anos 80 nas rodas de samba da Zona Oeste e baixada fluminense. Logo passou a freqüentar também, as rodas de samba realizadas na quadra do bloco Cacique de Ramos, observando Almir Guineto, Fundo de Quintal, Zeca Pagodinho e outros. Seu talento foi descoberto na Escola de Samba Leão de Nova Iguaçu, pelo compositor Anézio do Cavaco (Partido em 5) e por Paulo Tenente, que na época presidia a escola. Apesar de atuar em rodas de samba, não deixou esta paixão de lado, sendo, atualmente cavaquinista da Escola de Samba União da Ilha do Governador. Integrou, de 1989 a 1993, o Grupo Pirraça, participando dos dois discos de maior sucesso da banda, Força Maior e Eterna Procura. A partir daí, rodou o mundo fazendo samba-show e atuou nas bandas de Sombrinha, Bezerra da Silva, Jovelina Pérola Negra, dentre outros.

Seu lado compositor, hoje com mais de 50 obras, veio interpretado por Grupo Soweto, Luiz Airão, Marquinhos Santana, Grupo Raça, Jorginho do Império, etc.. Conhecido em diversas rodas de samba no Rio de Janeiro, da qual fez parte (tocando seu banjo ou seu cavaquinho), dentre elas no Clube Pau Ferro, em Irajá, ao lado de Ircéia Pagodinho, Carlinhos Doutor, e outros bambas do samba, e atualmente faz parte do Pagode do Negão da Abolição e Nézio Simões, no Clube Guanabara, em Botafogo. Seu CD foi Produzido por Bira Hawai, Arranjo e Regência, Franklin Gama e Engenheiro de Som, Jairo Gualberto. Contribuíram também, músicos como, Franklin Gama, Felipe D’angola, Gegê D’angola, Marcio Vanderlei, Neném Chama, Miudinho, Flavinho, Marcos Saliva, Victor, Daniel Neves, Victor Pedro, Zazá (Isaías Ferreira), João Batista, Augustinho Silva, Marcílio S.P., Rodrigo, Gilson e Sidney. Em seu repertório, temos: NÃO SOU DE CAÔ (Carlos Caetano/Leandro Fab/Adriano Ribeiro), APENAS UM SONHO (Chiquiho dos Santos/Helder Celso), ARMADILHA DO AMOR (Sereno/André Renato/Vinícius Correa), FAZ DE CONTA (Almir Guineto/Luverci), NAQUELA MANHÃ (Muca/Maurício Maia/Ronaldo Maiato), ABRE A RODA (Neném Chama), MINHA DIREÇÃO (Xandi de Pilares/Carlos Caetano/Cisco), SÓ DÁ VOCÊ (Jorginho China/Leandro Saramago/Alessandro Cardozo), LUA PRATEADA (Serginho Meriti/Marcos Diniz/ Luizinho Tiblow), FOGO EM BRASA (Pezinho/André Renato), ESPELHO MEU (Jorge Aragão/Paulo César Feital), PRA TER VOCÊ (Serginho Procópio/Adilson Gavião/Lena Duarte), BOCA MIÚDA (Sereno/André Renato/Vinícius Correa), QUESTÃO DE FÉ (Jorginho China/Djalma Falcão/Leandro Saramago).

claudio camunguelo

Estivador por profissão, Claudio Camunguelo é flautista e grande partideiro, compositor de mão cheia, além de excelente cantor e dançarino. É daqueles tipos que usam boina branca e cordão prateado no pescoço, mas sem estilizações e com muita dignidade. Figura fácil no circuito do samba e do choro da cidade, chama sempre a atenção de quem o assiste pela primeira vez. Legítimo representante dos grandes compositores da zona portuária do Rio de Janeiro, por onde passaram mestres como João da Bahiana, Mano Elói, Fuleiro, Sebastião Molequinho e Aniceto do Império, Padeirinho e Xangô da Mangueira, entre tantos outros, o portelense Camunguelo é um compositor e intérprete dos mais originais. É também um dos grandes da "Freguesia do Irajá", terra de bambas como Nei Lopes, Wilson Moreira e Zeca Pagodinho. Autodidata, já fazia flautas de bambu e plástico aos 16 anos, mesma época em que começou a compor. Mesmo sem saber ler partitura, começou na música gravando jingles na Rádio Nacional e segue fazendo arranjos e melodias de ouvido até hoje. Já era veterano no samba quando conheceu o parceiro Zeca Pagodinho, então com 16 anos. "Fizemos juntos 'Sinuca de Bico' e depois 'Amarguras', que participou do Festival de Sambas de Terreiro da Portela, em 81". Foi esse samba que abriu portas para os parceiros, e chegou a ser disputado por Elza Soares e pelo Grupo Fundo de Quintal. Depois do festival, Camunguelo levou Zeca ao Cacique de Ramos, que freqüenta desde 1966, muitos anos antes da quadra do bloco carnavalesco se consagrar como reduto de sambistas.

"Sou Claudio Lopes dos Santos, o popular Claudio Camunguelo", apresenta-se ele, sem conseguir explicar direito o motivo do apelido dado pelo companheiro de samba Arlindo Cruz. "O Nei Lopes, como pesquisador de cultura negra, foi procurar nos idiomas africanos algo parecido com camunguelo. Num dicionário da Nigéria ele encontrou a palavra 'camundele', que quer dizer 'branquinho'! Veterano das rodas de choro e samba do subúrbio (onde versou por diversas vezes com Aniceto Menezes), Camunguelo vem se apresentado em teatros e casas de espetáculo com Nei Lopes e com a dupla Zé da Velha e Silvério Pontes. Apesar de conhecido e admirado por músicos e freqüentadores das mais importantes rodas da cidade, Camunguelo só agora está próximo de gravar seu primeiro CD, iniciativa dos produtores Alexandre Pimentel e Maria Braga. Lutando ainda por um patrocínio, o aguardado disco já tem garantidas as participações de Nei Lopes, Zé da Velha e Silvério Pontes (diretor musical do disco) e deve contar também com as vozes de Luiz Carlos da Vila e Zeca Pagodinho. Por enquanto, só é possível ouvir gravações de Camunguelo no raríssimo compacto que ele gravou em 84 (com produção de Renato Alfaia, contendo "Amarguras" - parceria com Zeca Pagodinho - de um lado e "Gurufim", de Jorge Carioquinha do outro); no disco "Só Gafieira" (KUARUP), de Zé da Velha e Silvério Pontes, interpretando seu choro "Camunguelando" e no CD de Luiz Carlos da Vila em homenagem a Candeia (CPC-UMES), onde participa de duas faixas cantando e tocando sua inconfundível flauta.


Claudio Camunguelo, uma das figuras mais interessantes do choro do Rio de Janeiro.

zé luiz do império

José Luiz Costa Ferreira, nascido em 10/7/1944 no Rio de Janeiro, compositor e cantor, integrou a ala de compositores do Império Serrano e Acadêmicos do Salgueiro, já foi presidente da Velha-Guarda do Império Serrano em sua discografia podemos conferir; Pagode de Natal "A Noite Feliz dos Bambas" (1984), Moinhos Produções LP, Meninos do Rio (2001), Carioca Discos CD, Zé Luiz do Império (2005), Selo Candongueiro CD, Malandros maneiros (2008) Selo Pôr do Som CD. Algumas composições de sucesso; Amante Vadio (c/Nelson Sargento), Apesar do Tempo (c/Ratinho), Caído com Elegância (c/Nei lopes), Eu Não Fui Convidado (c/Nei lopes), Fuga (c/Nelson Rufino), Malandros Maneiro (c/Nei Lopes), Mal Passada (c/Wanderley Monteiro), Natal Imperiano, Nosso Nome e Resistência (c/Nei Lopes e Sereno), Prece a Xangô (c/Nélson Rufino), Tempo Ê (c/Nélson Rufino), Todo Menino É Um Rei (c/Nélson Rufino) e Tome Partido (c/Nei Lopes).

batuqueiros

leandro d menor

Desde os 09 (nove) anos de idade, Eu já freqüentava a quadra da beija-Flor em seus ensaios e participava dos desfiles da escola de samba tão querida por mim, desfilando em várias alas como também na bateria da Beija-Flor. Aos 18 (dezoito) anos, estreei como intérprete de samba enredo ao lado de NEGUINHO DA BEIJA-FLOR. No carnaval de 1998 me sagrei campeão Juntamente com a Escola Beija-Flor onde defendi ao lado de NEGUINHO,o samba enredo “ARAXÁS”, de minha própria autoria. Sou autor de várias composições, dentre elas algumas Gravadas por grupos de renome como PIQUE NOVO "Amor Veneza", "Tô carente" e SENSAÇÃO "Meu samba é nobre", SÓ PRETO SEM PRECONCEITO,GRUPO RAÇA, FUNDO DE QUINTAL e até mesmo por ZECA PAGODINHO, que gravou "Nega Judite" . O grupo PIQUE NOVO estourou na mídia com o sucesso “Tô carente”,sucesso este que foi regravado pelo grupo em seu 1º (primeiro) CD ao vivo. Também gravado pelo grupo PIQUE NOVO em seu último CD,a composição “AMOR DE VENEZA”,que também vem assinada por mim, a composição esta muito tocada nas emissoras de rádio entre Rio de Janeiro e São Paulo. Gravado pelo grupo SENSAÇÃO, com a composição “Meu Samba é Nobre” No ano de 2001, Este humilde cantor teve a felicidade de ser convidado para gravar uma de minhas composições em trabalho produzido por ZECA PAGODINHO,onde o mesmo reuniu compositores da nata do pagode raiz do Rio de Janeiro e lançou o CD – O QUINTAL DE ZECA PAGODINHO. E LEANDRO D’ MENOR homenageou o povo brasileiro com a composição “Alô meu povo brasileiro.” Sendo afilhado de ZECA PAGODINHO, defendi no carnaval de São Paulo de 2002, com indicação do próprio ZECA PAGODINHO, o samba enredo da Escola de samba Morro da Casa Verde que em seu enredo, rendeu homenagens a ZECA PAGODINHO. Em maio de 2002,Apresentei-me ao lado de ZECA PAGODINHO,ALMIR GUINETO, BETH CARVALHO, ARLINDO CRUZ e SOMBRINHA, em uma justa homenagem no Domingão do Faustão a ZECA PAGODINHO.


Leandro D Menor show no Rei do Bacalhau (RJ)

ivanildo lima

Faz parte da ala de Compositores da Escola de Samba Galeria do Ritmo (PE), hepta campeã do Carnaval 2006 e está nela desde 1980, onde dos concursos de samba de enredo, foi campeão em 1985-1987-1995-2000-2003-2004. Também participou de concursos de samba de quadra, sendo vencedor por duas vezes na referida Escola. Participou de concursos de sambas inéditos, do antigo Clube Cavalo Dourado, concorrendo com 32 sambas, ficando entre eles 3º colocado, neste dia a comissão julgadora foi composta por três grandes nomes do samba brasileiro, entre eles Zeca Pagodinho, Jovelina Pérola Negra e Almir Guineto. Foi compositor do primeiro hino de um dos maiores bloco de samba de Casa Amarela (bairro da região metropolitana do Recife) "Sobe e Desce" do Alto de Santa Izabel, é compositor do primeiro samba de bloco AEMUCA em 1991. Foi Campeão no G.R.E.S. Vai Quem Quer do Alto José do Pinho em Império do Asfasto, Samury do Cordeiro, Bafo da Raposa de Casa Amarela, Unidos do Dendê do Morro da Conceição e do Arranca Barro,do Alto dos Caetés, na Macaxeira, Onde fez o primeiro frevo de bloco, hino do Arranca Barro em 2005.

sobre o renascença...

A cada dia que passa, o samba vem reunindo mais adeptos e criando movimentos que até Deus duvida. Quem imaginaria que em plena segunda-feira, considerado o pior dia útiul da semana, devido ao descanso merecido de sábado e domingo, em horário comercial – das 14h às 20h, um clube fosse receber mais de mil pessoas para uma roda de samba? Pois é o que está acontecendo no Clube Renascença, no Andaraí, Rio de Janeiro. São inúmeros compositores do primeiro time reunidos à sombra de uma caramboleira e desfilando sambas antigos e inéditos, com as frutas caindo ao lado de copos de cerveja e cachaça artesanal e um clima que – dizem os bambas – lembra os primórdios do Cacique de Ramos. O nome da festa é fina ironia do músico e poeta carioca Moacyr Luz: Samba do Trabalhador.



De acordo com a declaração do próprio Moacyr Luiz, ao Jornal O Dia, de 05/08, a festa é uma homenagem aos músicos, que descansam na segunda, mas também uma provocação à cidade. Segundo ele, no começo eram apenas um grupo de músicos mostrando suas composiões. Só que novos adeptos foram surgindo e o pior que já tem gente matando trabalho e aula pra curtir esses verdadeiros momentos de alegria. Na reportagem de Pedro Landim, participantes revelam que inventam desculpas de doença aos chefes e coisas surreais para justificar a ausência no trabalho e poder estar presente a esse grande marco do samba.



Ainda sobre a roda, Aldir Blanc, Wanderley Monteiro e Bandeira Brasil e Ratinho batem ponto todas às segundas. “Há muitos violões e cavacos, a harmonia prevalece. É samba sem agrotóxico”, declarou Ratinho à reportagem do Jornal. Outras presenças ilustres surgem de mansinho por lá de vez em quando. Zezé Motta apareceu certa vez e cantou Senhora Liberdade. Mart’nália, filha de Martinho da Vila, comemorou o aniversário de sua irmã no local. Todos tentando dar um tempero especial ao samba-raiz. E em falar em tempero, costelas com batata, carne-seca com abóbora e dobradinha com arroz fazem parte do cardápio local. Tudo haver, não é mesmo?



Bom, e parece que esse movimento está ficando cada vez mais sério. Com o sucesso, a roda vai virar CD. Renascença Samba Clube será gravado ao vivo no dia 29, reunindo 18 sambistas. Imagina como vai estar aquele lugar? Abarrotado de amantes do gênero que irão dar aquele jeitinho brasileiro pra prestigiar essa gravação que promete ser inesquecível para o mundo do partido alto. Esse movimento é uma boa resposta para todos os críticos do samba e que achavam que o gênero estava fora da moda, por não fazer parte constante das programações das rádios. O samba está mais vivo do que nunca, minha gente. Como diz Dorival Caymmi, quem não gosta de samba bom sujeito não é. É ruim da cabeça ou doente do pé....

Fonte: Comunidade do Renascença

[>] pagode da 27


O pagode da 27 desenvolve uma ação social em parceria com a instituição beneficente Paulo VI que presta assistência a 50 crianças carentes da nossa comunidade.


Entoando enfim numa só voz pela cidade o samba é um banho de felicidade.


Pagode da 27


Pagode da 27